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Caçador encontra corpo de homem em estado de decomposição no Acre

Caçador encontra corpo de homem em estado de decomposição no Acre Um caçador encontrou o corpo de um homem em avançado estado de decomposição na tarde de...

Caçador encontra corpo de homem em estado de decomposição no Acre
Caçador encontra corpo de homem em estado de decomposição no Acre (Foto: Reprodução)

Caçador encontra corpo de homem em estado de decomposição no Acre Um caçador encontrou o corpo de um homem em avançado estado de decomposição na tarde desta quinta-feira (19) em uma área de mata no Ramal Aquiles Peret, região do bairro Jorge Lavocat, em Rio Branco. Equipes das polícias Civil, Militar e do Instituto Médico Legal foram acionadas. À Rede Amazônica Acre, o investigador da Polícia Civil Rafael Borges disse que as roupas encontradas no local são semelhantes as vestimentas do aposentado Pedro Vilchez, de 87 anos, que desapareceu há dois meses após sair de casa para comprar um refrigerante para a família no bairro Alto Alegre, em Rio Branco. ✅ Participe do canal do g1 AC no WhatsApp "Comunicamos a família do seu Pedro, que já seguiu direto para o IML para fazer o reconhecimento do corpo. A perícia também deve verificar as causas da morte e se houve ou não algum tipo de violência", disse o policial. O g1 entrou em contato com a família do idoso e aguarda retorno. A última vez que Pedro Vilchez foi visto foi caminhando pela estrada do Ramal do Mutum. Ele usava calça jeans, blusa e chapéu brancos. Polícia Civil disse que as roupas são semelhantes as vestimentas do aposentado Pedro Vilchez Rede Amazônica Acre O cadáver foi levado para o IML para reconhecimento e análises para saber a causa da morte. O corpo estava a 800 metros do ramal. O caçador contou à polícia que estava andando na mata quando se separou com a ossada. O corpo não estava enterrado. Idoso desaparecido Pedro Vilchez é aposentado, mora em Boca do Acre, no Amazonas, com a filha e veio para capital acreana há quatro meses em tratamento de saúde. Contudo, em 18 de janeiro, ele saiu dizendo que ia até um comércio do bairro comprar refrigerante para o almoço da família. A polícia acredita que o idoso se perdeu e que, por isso, não soube como retornar para casa. Foram feitas oitivas e, como não há indícios de crime, o trabalho foi focado em obter informações para localizá-lo. Portanto, as oitivas geralmente são informais. Pedro Vilchez tem problemas cardíacos e de audição Reprodução À época, o delegado Pedro Paulo Buzolin, coordenador do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), disse à Rede Amazônica Acre que todos os relatos de pessoas que teriam avistado Vilchez acabaram não se confirmando. O major Ocimar Farias, do Corpo de Bombeiros, ressaltou, na época, que todos os equipamentos e esforços foram aplicados às buscas, incluindo cães farejadores e um veículo aéreo não tripulado (Vant), aeronave utilizada em operações de monitoramento de áreas sensíveis e ações estratégicas de inteligência da Sejusp. Sem novas pistas, os bombeiros suspenderam as buscas nos ramais e estradas. No dia 4 de fevereiro, bombeiros voltaram à região do Ramal do Mutum para uma nova varredura a pedido da polícia, mas não acharam pistas. Nessa quarta (18), quando fez dois meses do sumiço do idoso, Tauane Vilchez falou sobre a angústia da família em não ter notícias do paradeiro do aposentado. Reveja os telejornais do Acre