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Flórida abre investigação contra ChatGPT por ataque a tiros que matou duas pessoas

O ChatGPT 4.5 passou no Teste de Turing em 2025, segundo pesquisa de Jones BBC/Getty Images O procurador do Estado da Flórida, nos Estados Unidos, James Uthmei...

Flórida abre investigação contra ChatGPT por ataque a tiros que matou duas pessoas
Flórida abre investigação contra ChatGPT por ataque a tiros que matou duas pessoas (Foto: Reprodução)

O ChatGPT 4.5 passou no Teste de Turing em 2025, segundo pesquisa de Jones BBC/Getty Images O procurador do Estado da Flórida, nos Estados Unidos, James Uthmeier, anunciou nesta terça-feira (21) a abertura de uma investigação criminal contra a OpenAI e seu ChatGPT, para esclarecer o papel da ferramenta de inteligência artificial (IA) em um ataque a tiros em abril de 2025. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça As informações são da agência de notícias AFP. Segundo a Procuradoria, um estudante trocou mensagens com o ChatGPT antes de abrir fogo contra várias pessoas no campus da Universidade Estadual da Flórida. O ataque deixou dois mortos e seis feridos. Veja os vídeos que estão em alta no g1 "Se o ChatGPT fosse uma pessoa, estaria enfrentando acusações de assassinato", afirmou Uthmeier em comunicado. A AP informou que a Promotoria intimou a OpenAI a apresentar políticas e materiais de treinamento do ChatGPT relacionados a interações em que alguém fale sobre ameaças de ferir outras pessoas ou sobre o cometimento de possíveis crimes. O atirador enfrenta duas acusações de homicídio e várias acusações de tentativa de homicídio. De acordo com a AP, os promotores pretendem pedir a pena de morte do acusado. OpenAI responde à acusação Porta-voz da OpenAI, Kate Waters classificou o tiroteio na universidade como uma tragédia, mas, para ela, a empresa não tem responsabilidade. Segundo a AP, Kate disse que a companhia compartilhou proativamente informações com as autoridades e continua cooperando. “Neste caso, o ChatGPT forneceu respostas factuais a perguntas, com informações que podem ser encontradas amplamente em fontes públicas na internet. Não incentivou nem promoveu atividades ilegais ou prejudiciais”, disse Kate.