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Mulher é condenada a mais de 14 anos de prisão por matar homem por dívida de R$ 50 no Tocantins

Conforme o processo, o crime ocorreu na noite de 1º de maio de 2022 Divulgação/TJTO Íris Mendonça de Souza Santos foi condenada a 14 anos e 3 meses de pris...

Mulher é condenada a mais de 14 anos de prisão por matar homem por dívida de R$ 50 no Tocantins
Mulher é condenada a mais de 14 anos de prisão por matar homem por dívida de R$ 50 no Tocantins (Foto: Reprodução)

Conforme o processo, o crime ocorreu na noite de 1º de maio de 2022 Divulgação/TJTO Íris Mendonça de Souza Santos foi condenada a 14 anos e 3 meses de prisão pela morte de João Paulo Pinheiro Sousa. O crime aconteceu em 2022, em Araguaína, região norte do Tocantins, por causa de uma dívida de R$ 50. O julgamento foi realizado nesta terça-feira (26). De acordo com a decisão do juiz Carlos Roberto de Sousa Dutra, o Conselho de Sentença considerou a ré culpada por homicídio qualificado. O crime ocorreu em 1º de maio daquele ano, logo após a vítima sair de casa para ajudar uma vizinha com uma instalação elétrica. O g1 entrou em contato com a Defensoria Pública do Tocantins, responsável pela defesa de Íris Mendonça, mas o órgão informou que não comenta decisões da Justiça envolvendo julgamentos de pessoas assistidas. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp Segundo a decisão, Íris viu João Paulo no local, o chamou no portão da casa e o esfaqueou no peito de surpresa. Testemunhas relataram que a vítima devia R$ 50 à mulher, mas que não houve discussão ou cobrança antes do ataque. Em depoimento, a ré confessou o crime. O juiz destacou que houve premeditação, pois Íris já havia saído de casa armada para encontrar a vítima. Por isso, o magistrado considerou a gravidade do caso elevada, o que impediu a redução da pena, mesmo com a confissão. Ainda cabe recurso ao Tribunal de Justiça. LEIA TAMBÉM: Veja o que se sabe sobre prisão de grupo suspeito de se passar por policiais para matar homem no TO Servidor é condenado por acumular dois cargos públicos no Tocantins Justiça determina a realização de concurso público em Rio Sono e Lizarda Agora no g1 A prisão deve ser cumprida inicialmente em regime fechado e, como Íris já estava presa preventivamente há 1 ano, 3 meses e 24 dias, o magistrado determinou o abatimento desse período da pena total. No entanto, ressaltou que o tempo de prisão provisória não altera o regime inicial fechado fixado na condenação. Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.