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Ucrânia acusa Rússia de atacar QG do Serviço de Segurança em Kiev e tentar matar chefe da Inteligência

O chefe da Inteligência do governo ucraniano, Oleksandr Poklad, conversa com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, em Kiev, em 4 de setembro de 2026. Div...

Ucrânia acusa Rússia de atacar QG do Serviço de Segurança em Kiev e tentar matar chefe da Inteligência
Ucrânia acusa Rússia de atacar QG do Serviço de Segurança em Kiev e tentar matar chefe da Inteligência (Foto: Reprodução)

O chefe da Inteligência do governo ucraniano, Oleksandr Poklad, conversa com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, em Kiev, em 4 de setembro de 2026. Divulgação/ Presidência da Ucrânia A Ucrânia acusou a Rússia de ter realizado um bombardeio nesta sexta-feira (4) contra o quartel general do Serviço de Segurança ucraniano (SBU), em Kiev, e de tentar assassinar o chefe de Inteligência do país. O ataque deixou sete feridos, segundo o governo da capital. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp O ataque representou uma "escalada de grandes proporções que precisará ser respondida de forma contundente", afirmou o ministro das Relações Exteriores ucraniano, Andrii Sybiha. O presidente da Ucrânia, Volodomyr Zelensky, afirmou que o drone que atingiu o QG do SBU teve como alvo o gabinete do major-general Oleksandr Poklad, chefe da agência. Zelensky acrescentou com conversou com Poklad após o ataque e prometeu dar uma resposta "apropriada, concreta e proporcional". O Serviço de Segurança ucraniano é a principal agência de Inteligência da Ucrânia. Antiga filial da KGB soviética, o SBU é fundamental para os esforços de guerra ucranianos e está por trás de diversas operações contra a Rússia, sendo a principal delas a "Operação Teia de Aranha", que destruiu dezenas de jatos em diversas bases militares russas, em junho de 2025. Agora no g1 Uma espessa coluna de fumaça preta subiu sobre o céu da região central de Kiev após o ataque, e diversas ambulâncias responderam no local. Ainda não se sabia se membros do SBU ficaram feridos até a última atualização desta reportagem, porque os feridos não tiveram suas identidades reveladas. Durante os mais de quatro anos e meio de guerra, prédios do governo ucraniano raramente foram danificados em ataques com drones e mísseis, o que sinaliza para uma escalada. Kiev também afirmou que a agressão desta sexta é a "rejeição da diplomacia". O ataque ocorre dias antes de uma visita à Ucrânia e à Rússia dos enviados especiais do governo Trump para tentar solucionar o conflito, Steve Witkoff e Jared Kushner, prevista ainda para setembro, segundo os EUA. No entanto, atualmente não há indícios de que negociações concretas estejam em andamento. Bombeiros combatem incêndio no QG do Serviço de Segurança da Ucrânia no centro de Kiev após bombardeio russo em 4 de setembro de 2026. Gleb Garanich/Reuters LEIA TAMBÉM: General russo acusado de ordenar ataque contra hospital infantil na Ucrânia é baleado na cabeça Drones russos atingem fábrica da Coca-Cola na Ucrânia: 'Claro sinal aos EUA', diz presidente VÍDEO: Alemanha testa míssil balístico em meio a tensão com a Rússia