Vice de Trump diz que cessar-fogo está sendo respeitado, mas desconfiança entre EUA e Irã não pode ser resolvida da noite para o dia
O vice-presidente dos EUA, JD Vance, participa de evento na Universidade da Geórgia, em Athens Alyssa Pointer/Reuters O vice-presidente dos EUA, JD Vance, diss...
O vice-presidente dos EUA, JD Vance, participa de evento na Universidade da Geórgia, em Athens Alyssa Pointer/Reuters O vice-presidente dos EUA, JD Vance, disse nesta terça-feira (14) que existe muita desconfiança entre Washington e Teerã, que não pode ser resolvida da noite para o dia, mas acrescentou que os negociadores iranianos querem chegar a um acordo e que ele se sente "muito bem com a situação atual". "Há muita desconfiança, é claro, entre o Irã e os Estados Unidos. Não se resolve esse problema da noite para o dia", disse Vance. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Ele apontou também que o cessar-fogo de duas semanas entre Washington e Teerã está sendo respeitado, apesar de os diálogos realizados em Islamabad, no Paquistão, não terem terminado num acordo de paz. Vance participa de um evento de uma organização conservadora na cidade de Athens, na Geórgia. As negociações para pôr fim à guerra com o Irã podem ser retomadas no Paquistão nos próximos dois dias, disse o presidente Donald Trump nesta terça, após o fracasso das negociações do fim de semana. Com a falha dos diálogos de Islamabad, Washington disse ter imposto um bloqueio aos portos iranianos, fechando o Estreito de Ormuz. Um frágil cessar-fogo de duas semanas entre os EUA e o Irã ainda tem uma semana de duração. Vance participou pessoalmente das negociações no último fim de semana no Paquistão. Os negociadores iranianos queriam chegar a um acordo, afirmou. "Estou muito otimista com a situação atual", acrescentou Vance. A guerra com o Irã começou quando os EUA e Israel atacaram o Irã, em 28 de fevereiro. O Irã respondeu com seus próprios ataques contra Israel e os países do Golfo que abrigam bases americanas. Os ataques EUA-Israel contra o Irã e os ataques israelenses no Líbano mataram milhares de pessoas e deslocaram milhões.